Crise da democracia representativa e neopopulismo no Brasil

A publicação contains two studies concerning some of the most important issues of contemporary Brazilian politics.

Por: Redacción 14 Ago, 2025
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O texto aborda a importância da representação e participação política na democracia brasileira, destacando o papel do voto como instrumento central. Ressalta-se o distanciamento entre representantes e eleitores, especialmente entre o público mais jovem, em um contexto marcado pela crescente presença das novas tecnologias e da comunicação online na vida cotidiana e no cenário político.

Além disso, o texto analisa a ascensão do populismo de direita no Brasil, intensificado após as Jornadas de Junho de 2013 e crises políticas recentes, culminando nas eleições presidenciais de 2018. Tanto a crise de representação quanto o populismo são apresentados como temas centrais da agenda política atual, exigindo estudo e compreensão aprofundados.

A Fundação Konrad Adenauer publica um estudo que reúne análises de José Álvaro Moisés e Francisco Weffort, oferecendo reflexões sobre ciclos políticos, crises, confiança nos partidos e a interação entre instituições do sistema político brasileiro. O estudo busca compreender as múltiplas facetas da política nacional, proporcionando respostas e suscitando novos questionamentos sobre a realidade política do país.

Ano: 2020

ISBN: 978-65-990084-8-1

Producido por: Konrad Adenauer Stiftung

Autores: José Álvaro Moisés e Francisco Weffort

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Plataforma para el diálogo democrático entre los influenciadores políticos sobre América Latina. Ventana de difusión de la Fundación Konrad Adenauer en América Latina.

Ciência Política e Política Educacional: Conceitos e Referências

Este trabalho aborda, entre outros aspectos, um amplo leque de temas da política brasileira relacionados à política pública educacional no Brasil e à cultura.

Por: Redacción 14 Ago, 2025
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Democracia e Cidadania são duas palavras essenciais às compreensões associadas a uma publicação que busque debater Ciência Política e Políticas de Educação. O objetivo desse capítulo é, de uma dada maneira, definir tais termos, localizando-os de forma introdutória e fugindo de alguns aspectos do senso comum. Buscamos aqui por definições mínimas. Com base em tal compromisso, o trabalho estará dividido em quatro partes para além desta breve introdução.

A seguir busco localizar o debate sobre Democracia. A partir de uma escolha possível, dentre várias que se apresentam em termos de abordagem. Adiante, o mesmo será feito com relação à Cidadania.

Na terceira parte será enfatizada a importância da Educação nas duas definições, de forma bastante breve. Por fim, na Conclusão, serão apresentados alguns estudos adicionais, sugestões de aprofundamento e limites para esses temas.

Ano: 2021

ISBN: 978-65-89432-04-3

Producido por: Konrad Adenauer Stiftung

Coordenação: Humberto Dantas e Joyce Luz

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Partidos Políticos: Uma Abordagem Transdisciplinar

Este livro aborda as principais questões sobre a democracia de partidos, a relação entre os partidos e os sistemas eleitorais, além de apresentar algumas perspectivas sobre o futuro dos partidos políticos.

Por: Redacción 14 Ago, 2025
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O texto destaca a celebração do sexagésimo-quinto aniversário do diretor-executivo do Instituto de Direito Alemão e Internacional dos Partidos e Pesquisa sobre Partidos, Martin Morlok, marcada pelo simpósio “Estudos sobre Partidos” realizado em março de 2014. O evento proporcionou uma oportunidade de retrospectiva institucional e acadêmica, reafirmando tanto a imagem do Instituto quanto a do seu diretor.

O volume resultante do simpósio reúne contribuições de diferentes disciplinas — história da ciência, ciência política, ciência jurídica e abordagens teórico-conceituais — que analisam a origem, o estado atual e o futuro dos partidos políticos na Alemanha. Especial atenção é dada aos processos de presidencialização e europeização dos sistemas políticos e ao impacto crescente da política partidária na governança.

O sucesso do simpósio deve-se à participação de diversos oradores e autores, além do apoio organizacional de Andrea Holtermann e da colaboração de docentes e estudantes do Instituto. Posteriormente, Denis Küppers assumiu a redação dos anais, facilitando o trabalho dos editores e garantindo a qualidade da documentação do evento.

Ano: 2020

ISBN:

Publicado por: Fundação Konrad Adenauer Brasil

Organizadores: Julian Krüper, Heike Merten e Thomas Poguntke

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Reavivando ereforçando os diálogosentre Brasil e Europa

A publicação apresenta vários artigos de grande interesse sobre temas atuais, como o acordo UE-MERCOSUL, o caminho para uma economia verde e o potencial da inteligência artificial.

Por: Redacción 14 Ago, 2025
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O texto destaca a relação multifacetada entre Brasil e União Europeia, construída ao longo de tratados e encontros setoriais que antecederam a Parceria Estratégica de 2007. Essa relação se baseia no diálogo contínuo e na cooperação em mais de 30 áreas, abrangendo governos, academia, sociedade civil e setor privado, com o objetivo de fortalecer vínculos políticos, econômicos e institucionais.

A publicação aborda temas centrais dessa agenda de cooperação, como o Acordo UE-Mercosul, economia circular e verde, inteligência artificial e os desafios éticos e jurídicos dessas tecnologias. Cada capítulo traz análises detalhadas sobre oportunidades e obstáculos, buscando aprofundar o entendimento e a eficácia das iniciativas bilaterais.

Além disso, o texto ressalta a importância de zelar pelas instituições democráticas e pela colaboração em fóruns multilaterais, especialmente em contextos de crises globais, como a pandemia da Covid-19. A publicação também inova ao ser bilíngue, ampliando o acesso e incentivando a troca de conhecimento entre autores e leitores interessados nas relações Brasil-Europa.

Ano: 2021

Producido por: Konrad Adenauer Stiftung Brasil

ISBN: 978-65-89432-05-0

Editora: Anja Czymmeck

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Ausência de Guerras Significa Paz? Estratégias de SegurançaInternacional em uma Nova Ordem Geopolítica Mundial

O texto aborda temas centrais de segurança internacional, como a proteção de infraestruturas críticas, a cooperação civil-militar, a cibersegurança e a segurança energética. Também analisa oportunidades de colaboração entre o Brasil e a União Europeia e o impacto dos domínios espacial e cibernético.

Por: Redacción 14 Ago, 2025
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O aumento dos riscos emergentes que afetam o fornecimento transnacional e doméstico de bens públicos tornou ainda mais evidente a ligação entre segurança e estabilidade econômica. Nesse contexto, a proteção de infraestruturas críticas ganhou destaque entre líderes de segurança e defesa do mundo todo.

Embora a partir de perspectivas diferentes, estados europeus e latino-americanos desenvolveram respostas institucionais para prevenir e mitigar riscos a instalações, redes e serviços cruciais para o funcionamento de seus governos, assim como para o fornecimento de bens essenciais para sua população.

Neste artigo, argumenta-se que, embora alguns passos cruciais tenham sido dados nessa direção, é necessário aumentar a cooperação civil-militar a esse respeito e facilitar esforços conjuntos que incluam o setor privado. Devido a seus recursos e papel fundamental em infraestruturas críticas, as empresas não estatais também têm interesse e potencial para contribuir para a construção de resiliência.

Por fim, o documento destaca recomendações importantes a serem consideradas na interface civil-militar com vistas a construir resiliência e gerenciar riscos que afetem infraestruturas críticas.

Ano: 2021

Producido por: Konrad Adenauer Stiftung Brasil

Editor: Anja Czymmeck

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Desenvolvimento sustentável: urgência e complexidade

A nova edição da série Cadernos Adenauer contém oito capítulos sobre alguns dos temas mais importantes relacionados ao desenvolvimento sustentável, principalmente no Brasil, mas também sobre aspectos ligados à inserção e articulação internacional do país em torno desse tema.

Por: Redacción 14 Ago, 2025
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É verdade que o ‘desenvolvimento sustentável’ só começou a gerar política pública global em 2015, com a ‘Agenda 2030’.

Porém, ao ser ungido pelas Nações Unidas, em 1987 – e consagrado na Rio-92 – resgatou argumentos científicos sobre a possível sustentabilidade do desenvolvimento, favorecendo uma visão de futuro sobre a qual as civilizações contemporâneas devem alicerçar suas esperanças.

Ano: 2021

ISBN: 978-65-89432-07-4

Producido por: Konrad Adenauer Stiftung Brasil

Editor: Anja Czymmeck

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Inovação tecnológica e suas ações na democracia brasileira

A nova edição da série Cadernos Adenauer é dedicada ao tema das inovações tecnológicas, especialmente no que diz respeito aos diferentes tipos de impactos que geram nas instituições e no comportamento das pessoas.

Por: Redacción 14 Ago, 2025
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O artigo analisa seis projetos que propõem atividades gamificadas de auditoria cívica realizadas por alunos em escolas. Os projetos incentivam a participação, controle social, cidadania e responsabilidade. Com aspectos teóricos de Robert Dahl, partimos da ideia de que essas políticas podem criar um olhar inovador capaz de arrefecer aspectos da crise de legitimidade democrática.

Assim, analisamos e comparamos relatos de formuladores dos projetos. Discutimos a lógica da democracia participativa, da administração pública e da “participação social” como parâmetro norteador à consolidação de políticas públicas no Brasil. A hipótese é que os relatos encontrados dialogam com os desafios de inovações que reordenam sentimentos ligados à Democracia.

Concluímos, a partir das sugestões teóricas de Dahl, que os projetos apresentam uma resposta pedagógica positiva. A “democracia participativa” aparece como resultado dessas políticas ao promover pertencimento à realidade escolar. Estudos assim contribuem para a compreensão e replicação desses projetos nas esferas públicas.

Ano: 2021

ISBN: 978-65-89432-11-1

Producido por: Konrad Adenauer Stiftung Brasil

Editora: Anja Czymmeck

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DP Enfoque 18: De las calles al Estado

La región atraviesa una cuarta ola del crimen organizado, caracterizada por la diversificación de economías ilícitas con nuevos mercados y operativas más sofisticadas.

Por: Douglas Farah, Pablo Zeballos 14 Ago, 2025
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DP Enfoque 18 Crimen organizado en América Latina
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El crimen organizado ya no opera en las sombras: redefine la política regional, corroe instituciones y pacta con gobiernos autoritarios. América Latina enfrenta una cuarta ola criminal que amenaza la democracia. Para responder se requieren nuevas estrategias capaces de entender la magnitud y complejidad del fenómeno.

Ningún país debería considerarse inmune; varios gobiernos ya se encuentran en etapas avanzadas de colapso ante esta expansión corrosiva.

Entre los Estados autoritarios que hoy consolidan su poder mediante alianzas funcionales con el crimen organizado destacan Venezuela, Nicaragua y El Salvador. 

Este estudio escrito por Douglas Farah y Pablo Zeballos, busca precisamente poner signos de interrogación sobre los análisis e interpretaciones tradicionales que por mucho tiempo hemos considerado prioritarias para entender las múltiples relaciones entre el Estado y el crimen organizado transnacional, y que durante años se han considerado verdades incuestionables, pero que hoy parecen estar desfasadas frente a una realidad mucho más compleja.

[Lee Entre el palacio y el banquillo: política y justicia en América Latina]

Publicación: Agosto, 2025

ISBN: 978-9915-9707-4-5

Douglas Farah

Douglas Farah

Fundador y presidente de IBI Consultants LLC, consultoría especializada en investigación de crimen transnacional en América Latina, desde 2005. Los 20 años anteriores trabajó como corresponsal extranjero y periodista investigador en The Washington Post. Es autor de varios libros y decenas de estudios académicos.

Pablo Zeballos

Pablo Zeballos

Experto en crimen organizado, inteligencia y terrorismo. Exoficial de Carabineros de Chile, investigador en Latinoamérica y autor de Un virus entre sombras: La expansión del narcotráfico y el crimen organizado (2024). Asesora al Ministerio de Justicia y forma parte del Panel Consultivo de Seguridad del Gobierno de Chile.

Colombia: ¿cómo queda el mapa electoral tras la condena a Álvaro Uribe y la muerte de Miguel Uribe?

La condena de 12 años de cárcel para el expresidente y el asesinato del precandidato ocurren cuando Gustavo Petro entra en su último año de mandato, en medio de una escalada de radicalización política.

Por: Ana María Saavedra 14 Ago, 2025
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Colombia. Elecciones presidenciales y política
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Colombia sufrió dos temblores en menos de dos meses: la sentencia a doce años de prisión, en primera instancia, contra el expresidente Álvaro Uribe Vélez y la muerte del precandidato presidencial Miguel Uribe Turbay, tras un atentado sicarial ocurrido semanas atrás. Son dos hechos que se presentan justo cuando el presidente Gustavo Petro arranca su último año de gobierno en un contexto de creciente radicalización política.

¿Influirán estos dos grandes eventos en las elecciones legislativas y presidenciales de 2026? Aunque es muy pronto para saber con certeza qué tanto peso pueden tener, sí es cierto es que el panorama electoral se ha sacudido.

El tablero de la derecha

Una marcha del 7 de agosto congregó a miles de personas en varias ciudades del país para protestar por la sentencia contra Álvaro Uribe. Esto demostró que la derecha podría intentar tomar las banderas de la figura del expresidente. Aunque no tiene el mismo peso político que tuvo años atrás, Uribe sigue siendo relevante. 

Para la derecha, el proceso de elección de un candidato presidencial fue golpeado por el atentado contra Miguel Uribe Turbay el 7 de junio pasado. El Centro Democrático (CD) venía realizando una serie de foros para definir quién se quedaba con el aval. El lugar se disputaba entre Uribe Turbay, María Fernanda Cabal, Paloma Valencia, Paola Holguín y Andrés Guerra. Pero el atentado contra Uribe Turbay los dejó en una especie de inercia.

«El atentado había bloqueado a la derecha, porque ninguno de los candidatos fuertes podía hacer campaña», explica César Caballero, director de la encuestadora Cifras y Conceptos.

El homicidio de Uribe Turbay realza en la agenda electoral la necesidad de recuperar la seguridad y de combatir los grupos armados que copan el territorio. Además, es una tragedia que evidencia el ciclo de violencia. Remite a cuando el país vivió uno de sus capítulos más sangrientos, con el asesinato de varios candidatos presidenciales y de figuras de relevancia pública como Diana Turbay, madre de Miguel.

Álvaro Uribe y Miguel Uribe Turbay. Foto: X de Miguel Uribe, abril 2025.

Los outsiders

En este reacomodo de la derecha, destacan dos figuras. Son dos outsiders: Vicky Dávila, exdirectora de la revista Semana, y el abogado Abelardo de la Espriella, quien ha sido cercano al expresidente Uribe. Ambos van por recolección de firmas. Pero varios analistas consultados coinciden en que podrían aliarse con el CD para llegar a una candidatura más fuerte. Dávila ha construido un discurso que mezcla denuncias contra el petrismo con confrontación directa. Mientras, de la Espriella, exdefensor de figuras como Alex Saab, ha capitalizado su presencia mediática con un estilo provocador de mano dura y crítica al petrismo y al proceso de paz con las Farc.

[Lee también: Contrastes: Milei y su política económica, ¿sí o no?]

Ninguno de los posibles candidatos del CD ha sonado tanto en opinión pública como los estos outsiders. En palabras de Juan Pablo Milanese, jefe del departamento de Estudios Políticos de la Universidad Icesi, «el CD se está transformando en un nuevo partido conservador: relevante e importante en el ámbito legislativo y de alianzas, pero sin capacidad de poner una figura presidencial». Por lo que, ambos podrían terminar siendo las cartas más visibles de la derecha en 2026.

La condena a Uribe, ¿fortalecerá a la izquierda?

El caso contra Uribe surge de los debates impulsados por el senador Iván Cepeda sobre el posible involucramiento del expresidente en la formación de grupos paramilitares

Esta sentencia rompió un precedente político en Colombia. Para Milanese, se trató de»un pacto tácito de que con los presidentes no se mete». «Parecería que nadie es intocable y en buena medida todos los expresidentes pueden empezar a temblar», analiza.


Gráfico Linea de Tiempo Empresarial Corporativo Colorido by KASMontevideo

¿Y la izquierda?

La condena a Uribe puede potenciar la figura de Iván Cepeda como el senador que logró llevar ante la justicia a Uribe, el presidente más influyente de las últimas décadas. Su nombre suena entre las siete figuras del Pacto Histórico que este 26 de octubre harán parte del listado de la consulta interna para seleccionar a su posible candidato presidencial. Aunque 17 partidos o movimientos se inscribieron para realizar estas consultas, solo la coalición del Pacto Histórico anunció, al momento, que la realizará.

«Históricos del Pacto consideran que María José Pizarro no tiene la fuerza, y le han pedido a Cepeda que se lance para que se enfrente a Daniel Quintero, el exalcalde de Medellín quien pareciera ser el candidato preferido de Petro”, analiza el periodista Carlos Cortés, director de Linterna Verde.

La consulta del Pacto Histórico se presenta entonces como una oportunidad para que figuras como Cepeda midan su fuerza electoral. Aunque enfrenta el riesgo de mostrar debilidad. «El único partido que ha planteado consulta interna es el Pacto. Hay un riesgo de que la consulta tenga menos de un millón de votos, lo que mostraría debilidad para la lista al Congreso», advierte Caballero.

Iván Cepeda. Foto: Wikimedia Commons

Campaña radicalizada

El contexto electoral tras el asesinato de Miguel Uribe, según un análisis de La Silla Vacía,  «aterriza en una derecha radicalizada y dividida» que «pasó del shock por el atentado a un discurso sin filtros que eleva la polarización». Este fenómeno no es exclusivo de la oposición.

Según María Juanita Villaveces Niño, docente de la Universidad Nacional, en una columna en la Razón Pública, “preocupa que esta violencia coincida con el deterioro de la democracia entendida como un sistema que defiende los derechos civiles y las libertades individuales”. “Poco a poco, se ha instalado una noción de que la diferencia es un derecho no solo a pensar distinto, sino a expresarlo sin filtro alguno, sin restricción social o institucional, amparados en un ‘derecho a opinar’. Esta idea mal entendida de que —puedo vociferar mis creencias sin control, aunque promuevan el odio, porque son `mis opiniones´— alimenta un clima en el que la palabra se convierte en arma y promueve la violencia”, sostiene.

Y esta radicalización de los discursos se ve en posiciones tanto del CD como del presidente Petro. Pablo Sanabria, profesor de la Universidad EAFIT, advierte que Petro tiene dos rutas en su último año: rectificar o radicalizar. El segundo escenario «parece ser más probable, si se considera la trayectoria de creciente radicalización, la combinación de clientelismo y politiquería» del gobierno. 

Esta radicalización también se ha visto en algunas de las reacciones a temas internacionales de Petro. Por ejemplo, un tuit sobre la Gran Colombia, con un video propagandístico de la FANB venezolana, o el mensaje de julio, tras una alerta lanzada por el embajador ruso en Colombia sobre la participación de colombianos como mercenarios en Ucrania. Allí respaldó al embajador y expresó que ese fenómeno representa “una forma de robar una nación”. Esta formulación sugirió una lectura de respaldo a Rusia.

En esta dinámica, parece que la campaña 2026, que se da en medio de un clima de violencia y con el precedente de un precandidato asesinado, tendrá una polarización creciente. Especialmente en el escenario de las redes sociales.

Ana María Saavedra

Ana María Saavedra

Periodista colombiana. Directora de Colombiacheck. Ha trabajado como editora del diario «El País» de Cali. Becaria del programa Balboa en «El País» de España.

Participação política: casos que nos inspiram e ações que nos mobilizam

Aborda temas como a democracia como valor universal, a tecnologia e o mundo virtual a serviço da participação e da defesa dos direitos dos cidadãos, entre muitos outros.

Por: Redacción 14 Ago, 2025
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Queremos entender Participação Política como um fenômeno associado à defesa de pontos de vista, direitos e valores inseridos numa lógica mais ampla. Assim, por Participação Política estamos entendendo a defesa de causas, princípios, desejos e ideias que se façam presentes em maior ou menor dimensão nas sociedades em que vivemos como algo de natureza mais pública.

Essa atuação pode se dar numa cidade, pode ocorrer em relação a uma política pública, ou em torno de um direito, caracterizado por uma escolha de indivíduos. Entender o funcionamento disso é nosso primeiro objetivo. O segundo é lhe provocar: você tem causas em sua vida que te levam a atuar politicamente na defesa desse tema? Conhece as estratégias para essa atuação? Percebe que existem escolhas que aumentam ou diminuem as chances de as coisas funcionarem como você deseja?

Por fim, o terceiro objetivo é mostrar que muita gente participa, atua, e nossos exemplos aqui estão fortemente associados a casos que buscam valorizar a democracia e a atuação estratégica de indivíduos no universo da política. Vamos conferir?

Ano: 2021

ISBN: 978-65-89432-O8-1

Publicado por: Konrad Adenauer Stiftung Brasil

Autores: Joyce Luz, Bruno Souza da Silva e Humberto Dantas

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Brasil visto de fora

Think Tanks e a representação do Brasil em um mundo em mudança (2000-2020)

Por: Redacción 14 Ago, 2025
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Nesta publicação, analisa-se como o desenvolvimento político interno e externo do Brasil foi representado pelos think tanks dos atores centrais tradicionais (União Europeia e Reino Unido) e por dois protagonistas “novos” das relações internacionais contemporâneas, China e Rússia.

Este trabalho, que reúne pesquisadores de diferentes áreas, levanta diversas questões sobre como o Brasil é representado por diferentes think tanks, assim como sobre outros temas como política externa, defesa e direitos humanos.

Ano: 2021

Publicado por: Fundação Konrad Adenauer

Autores: Eduardo Munhoz Svartman, Luciana Wietchikosk

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Partidos políticos e democracia: seu papel, desempenho e organização numa perspectiva global

Esta publicação oferece uma introdução completa e de fácil leitura ao mundo dos partidos políticos.

Por: Redacción 14 Ago, 2025
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A democracia sem partidos não é possível. Quem valoriza a democracia precisa dedicar atenção aos partidos e compreender o que são, quais funções eles cumprem para a democracia, como desempenham essas funções e como podem melhorar ainda mais sua contribuição para a democracia. Esse é o tema deste livro. Propõe-se auxiliar na compreensão dos partidos políticos.

Para este fim, apresenta-se a situação e o desenvolvimento dos partidos e sistemas partidários sob uma perspectiva global, razão pela qual o foco não se limita apenas aos sistemas partidários da Alemanha ou da Europa, mas também ao desenvolvimento dos partidos em outros continentes. Ao mesmo tempo, são dadas inúmeras sugestões para o trabalho prático dos partidos. Todos os partidos precisam de membros engajados, interessados nos objetivos políticos e que compreendam como os partidos funcionam e o que podem fazer para participar com sucesso da disputa política.

Ano: 2021

ISBN: 978-65-89432-09-8

Publicado por: Konrad Adenauer Stiftung Brasil

Autor: Wilhelm Hofmeister

Redacción

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Ameaças sem fronteiras: Estamos preparados para enfrentar os desafios?

Lançada tradicionalmente a cada ano durante a Conferência Internacional de Segurança do Forte de Copacabana, a publicação Policy Papers 2022 tem como objetivo apresentar análises que enfatizam a busca por soluções para os desafios relacionados à mitigação de problemas de segurança global.

Por: Redacción 13 Ago, 2025
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Analistas, palestrantes, tomadores de decisão e pesquisadores foram convidados a participar deste projeto para apresentar suas recomendações de políticas. Assim, pretende-se promover um debate que aborde as diversas possibilidades e riscos em jogo no contexto atual da segurança internacional, considerando não apenas os impactos diretos causados pelos conflitos armados.

Ano: 2022

Publicado por: Fundação Konrad Adenauer Brasil

Editor: Anja Czymmeck

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Desafios da Democracia e do Direito Eleitoral no Brasil

Os desafios e dilemas da democracia ao longo do tempo, destacando também o impacto das novas tecnologias de informação na relação entre sociedade e política.

Por: Redacción 13 Ago, 2025
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O artigo pretende apresentar, de forma panorâmica, a definição de democracia e alguns de seus dilemas. Parte do problema da política e da democracia como uma das suas soluções. Busca situar o significado de democracia, contemplando, numa perspectiva temporal, seus aspectos problemáticos. Tarefa complexa, tratando-se de um conceito difuso perpassado por uma mescla de conteúdos normativos e substantivos.

Retoma para isso o significado de democracia dos antigos e dos modernos, com seus problemas e soluções. A partir dessa retrospectiva, busca, especificamente, pontuar alguns dilemas atuais da democracia, período em que a sua crise parece se apresentar de forma mais aguda. Finalmente, busca abordar um aspecto crítico do modelo democrático: a relação entre democracia e meios de comunicação, focando nas problemáticas trazidas pelo desenvolvimento das novas tecnologias de informação.

Ano: 2022

ISBN: 978-65-00-50083-7

Publicado por: Konrad-Adenauer-Stiftung Brasil, CEDIN

Organizadores: Leonardo Nemer Caldeira Brant, José Edgard Penna Amorim Pereira, José Luiz Quadros de Magalhães

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Desafios contemporâneos da manutenção da paz

A obra discute os desafios atuais do direito internacional, incluindo conflitos, sanções e proteção de direitos humanos.

Por: Redacción 13 Ago, 2025
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Os diversos capítulos abordam os desafios atuais do direito internacional em matéria de guerra no século XXI, as mudanças climáticas, a distribuição de assentos e a estrutura das organizações internacionais, as perspectivas de sucesso das sanções econômicas e o julgamento dos autores de violência e de violações de direitos humanos. A ideia central da publicação é que, apesar da doutrina de séculos passados sobre o uso limitado da força e dos argumentos filosófico-jurídicos que buscam justificar a guerra como justa e lícita em determinadas circunstâncias, podem-se extrair duas conclusões dos acontecimentos do século XX: primeiro, a necessidade de continuar limitando a violência; segundo, a ideia de criar um sistema de segurança coletiva que proteja cada um de seus membros em caso de ataque por outro Estado.

Ano: 2022

ISBN: 978-65-993303-6-0

Coordenadoras: Amina Welten Guerra, Carla Volpini

Organização por: Konrad-Adenauer-Stiftung Brasil, Centro de Derecho Internacional (CEDIN)


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Sem saída? Navegando na insegurança global

A Conferência de Segurança Internacional do Forte reúne especialistas da América Latina e Europa para debater conflitos globais, crime organizado e os desafios do multilateralismo.

Por: Redacción 13 Ago, 2025
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A Conferência de Segurança Internacional do Forte, organizada pela Fundação Konrad Adenauer no Brasil (KAS Brasil) em parceria com o CEBRI e a Delegação da União Europeia, é o maior evento de segurança internacional da América Latina. Funciona como um fórum de diálogo entre América Latina e Europa, reunindo profissionais de diferentes áreas para debater questões atuais de segurança internacional e promover a troca de experiências e conhecimentos.

Em 2024, a conferência chega à sua vigésima primeira edição com o tema “Sem saída? Navegando na Insegurança Global”. O contexto global atual apresenta aumento de conflitos internacionais, instabilidade geopolítica e expansão do crime organizado na América Latina, desafiando o equilíbrio social e político das nações.

Diante desse cenário complexo, a conferência busca discutir os desafios do multilateralismo e a necessidade de cooperação internacional eficaz. A participação ativa do público, composta por diversos setores da sociedade, é fundamental para o êxito do evento e para identificar temas prioritários a serem debatidos nas próximas edições.

Ano: 2024

Publicado por: Konrad Adenauer Stiftung

Editor: Maximilian Hedrich

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Política e Democracia – Conceitos e História para interpretar a realidade

Uma visão completa da democracia global e brasileira.

Por: Redacción 13 Ago, 2025
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A publicação oferece uma análise abrangente da história e dos fundamentos da política e da democracia, tanto no contexto global quanto no brasileiro. Os capítulos do livro estão divididos em duas partes. A primeira parte é dedicada à análise da democracia e da cidadania em seu desenvolvimento, desde a Grécia Antiga, culminando nas sociedades atuais. A segunda parte é dedicada à história da democracia brasileira, abordando suas diversas fases históricas e destacando alguns de seus momentos mais significativos.

Disponível para download gratuito, Política & Democracia é uma excelente oportunidade para um público amplo — desde estudantes do ensino médio até professores — de ampliar sua compreensão da realidade política e social no Brasil, além de evidenciar a necessidade de sempre buscar uma sociedade cada vez mais democrática.

Ano: 2024

ISBN: 978-65-89432-48-7

Publicado por Renova BR

Autores: Humberto Dantas, Leandro Salman Torelli

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Governança: instituições, atores e estratégias

Publicação sobre o tema da governabilidade em um momento estratégico para a compreensão desse fenômeno, cinco anos após a primeira coleção de textos.

Por: Redacción 13 Ago, 2025
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Em 2018, a Fundação Konrad Adenauer e o coletivo de cientistas políticos LEGIS-ATIVO, projeto associado ao Movimento Voto Consciente, enfrentaram uma pergunta crucial: como poderia o poder executivo implementar sua agenda sob a liderança de um presidente recém-eleito que criticava os fundamentos do que até então se entendia por governabilidade? Além disso, como compreender que esse fenômeno era mais complexo do que as relações entre o Planalto e o Congresso Nacional?

Foi assim que, no início de 2019, nasceu GOVERNABILIDADE: para compreender a política brasileira, um título que ganhou espaço no meio acadêmico e entre analistas políticos.

Mas cinco anos depois, até o início de 2024, o Brasil presenciou novos capítulos de constante “reforma política”; a extrapolação do Poder Judiciário como ator central na agenda de políticas públicas; diferentes conflitos gerados por um Executivo de intensa atuação; novas formas de compreender a governabilidade como fenômeno e, sobretudo, duas forças que ganham protagonismo na percepção desse conceito, que, mais uma vez, dá nome a uma obra da Fundação Konrad Adenauer: as Forças Armadas e as Relações Internacionais.

Diante de tamanha complexidade, apresentamos aqui GOVERNABILIDADE – Instituições, atores e estratégias, com textos inéditos e um grupo de autores muito especial.

Ano: 2024

Publicado por: Fundação Konrad Adenauer

ISBN: 978-65-89432-45-6

Organizadores: Humberto Dantas, Michelle Fernandez, Graziella Testa

Redacción

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Plataforma para el diálogo democrático entre los influenciadores políticos sobre América Latina. Ventana de difusión de la Fundación Konrad Adenauer en América Latina.

Democracia e Políticas Públicas Anticorrupção

Publication brings together articles by experts who explore the contribution of the fight against corruption to the defense of democracy.

Por: Redacción 13 Ago, 2025
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Artículo original en español. Traducción realizada por inteligencia artificial.
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A corrupção é um dos maiores obstáculos para a estabilidade da democracia no Brasil e no mundo. Ela compromete políticas públicas essenciais, atrasa o desenvolvimento do país e a busca por justiça social, além de minar a confiança dos cidadãos nas instituições que sustentam a democracia.

Para construir um país mais justo, precisamos compreender melhor as formas como essas questões se relacionam e suas consequências, bem como analisar experiências internacionais que possam servir de inspiração ou de alerta para o caso brasileiro.

Com esse objetivo, a Transparência Internacional – Brasil e a Fundação Konrad Adenauer (KAS) estão lançando o livro «Democracia e Políticas Públicas Anticorrupção».

A obra reúne 10 capítulos escritos por especialistas no tema e é resultado de um curso de mesmo nome desenvolvido por essas organizações em 2023, com o propósito de capacitar jornalistas, ativistas, servidores públicos e membros de organizações da sociedade civil no Brasil.

Assim como o curso, este livro é direcionado a profissionais, acadêmicos, pesquisadores e cidadãos interessados em compreender melhor e contribuir para o aprimoramento das políticas públicas e do combate à corrupção no Brasil. Acreditamos que melhorar o monitoramento e a regulamentação das políticas públicas pode ser fundamental para preservar e fortalecer o Estado Democrático de Direito em nosso país.

Ano: 2023

Realização: Fundação Konrad Adenauer, Transparência Internacional – Brasil

ISBN: 978-65-85356-05-3

Autores: André Duffles Teixeira Aranega, Andrea Gozetto Beatriz Rey, Beatriz Silva Da Costa, Breno A. H. Marisguia,
Celso de Oliveira Santos, Élida Graziane Pinto, Fabio Kerche, Marcelo Issa, Pedro Henrique Campos, Renan Quinalha

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Plataforma para el diálogo democrático entre los influenciadores políticos sobre América Latina. Ventana de difusión de la Fundación Konrad Adenauer en América Latina.

Tecnologia, Segurança e Direitos: usos e riscos dos sistemas de reconhecimento facial no Brasil

O livro tem como objetivo apresentar o cenário atual do uso de sistemas de reconhecimento facial no Brasil à luz da legislação e da segurança, bem como avaliar suas consequências e riscos.

Por: Redacción 13 Ago, 2025
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Artículo original en español. Traducción realizada por inteligencia artificial.
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A coletânea é composta por duas partes. A primeira aborda o uso das tecnologias de reconhecimento facial e os aspectos relacionados à segurança pública, sua aplicação no setor privado e na administração pública no Brasil. A segunda parte trata da legislação e dos desafios regulatórios atuais. Destacam-se aspectos como a proteção de dados, as responsabilidades dos diferentes níveis de governo e as lições da legislação europeia para o Brasil.

Ano: 2023

Sob a responsabilidade de: Konrad Adenauer Stiftung Brasil

Organização: Daniel Edler Duarte y Eleonora Mesquita Ceia

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Plataforma para el diálogo democrático entre los influenciadores políticos sobre América Latina. Ventana de difusión de la Fundación Konrad Adenauer en América Latina.

The Changing Global Order: facing the Perfect Storm

The Policy Papers 2023 publication accompanies the themes of the Forte International Security Conference.

Por: Redacción 13 Ago, 2025
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Artículo original en español. Traducción realizada por inteligencia artificial.
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The publication Policy Papers 2023 follows the themes of the Forte International Security Conference. This work is composed of eight chapters, dedicated to the following topics: the twenty years of the «Forte de Copacabana» Conference, the role of Latin America and Europe in the changing global order, security cooperation in South America, global economy in times of growing geopolitical rivalries, the role of international organizations facing the current scenario in the peacebuilding task, artificial intelligence in the context of global order, and autocracies and democracies in the context of international security. This publication targets traditional decision-makers, members of the armed forces, parliamentarians, the diplomatic corps, researchers, international security entrepreneurs, academics in numerous fields of research, and students of international relations and related fields.

Year: 2023

Published by Konrad Adenauer Stiftung Brasil

Editor: Anja Czymmeck

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Plataforma para el diálogo democrático entre los influenciadores políticos sobre América Latina. Ventana de difusión de la Fundación Konrad Adenauer en América Latina.

Transhumanismo, poshumanismo y dignidad humana

Estas visiones provocadoras sobre el futuro de la humanidad tienen riesgos éticos, sociales y políticos. ¿La tecnología nos hace más humanos?

Por: Juan Salvador Pérez 13 Ago, 2025
Lectura: 6 min.
Ilustración: Sora
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Artículo original en español. Traducción realizada por inteligencia artificial.
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En medio del entusiasmo por las promesas tecnológicas del siglo XXI, el transhumanismo y el poshumanismo se presentan como dos visiones rivales sobre el destino de la humanidad. Mientras el transhumanismo celebra la mejora del cuerpo y la mente mediante la tecnología, el poshumanismo cuestiona las bases mismas de lo que entendemos por “humano”.

Esta divergencia no solo revela tensiones filosóficas profundas, sino también conflictos éticos y políticos sobre quién se beneficia de estas transformaciones y qué tipo de mundo estamos construyendo. Más que simples teorías futuristas, ambas corrientes nos obligan a repensar el poder, la identidad y la exclusión en la era digital.

Deseo de superar la naturaleza

Evidentemente, vivir más y vivir mejor no ha sido una preocupación reciente en el devenir de la humanidad. Ya desde la mitología griega, en el relato del joven Ícaro, no solo vemos el trágico destino de un joven que anhela la libertad, sino también una crítica implícita a la arrogancia humana. El deseo de Ícaro de volar no era solo por la capacidad física de hacerlo. Representaba un intento de superar los límites impuestos por la naturaleza y la mortalidad, un anhelo de trascendencia.

[Lee también: El aggiornamiento de la doctrina social de la Iglesia]

En los siglos XIX y XX, la idea del mejoramiento de la especie y la posibilidad de llegar más allá de los límites naturales y biológicos se convirtió en una suerte de obsesión, un «noble» empeño en hacer «mejor» al ser humano.

Podríamos encontrar en los estudios que inicia Darwin sobre las especies y luego en Galton con su teoría de la eugenesia como forma para mejorar la raza humana, los primeros pasos que llevarían a posteriores científicos y pensadores plantearse la idea de un ser humano no sólo superior al resto de la naturaleza, sino incluso superior a la misma naturaleza.

Pero, ¿es realmente esto posible?

Los planteamientos trans y poshumanista

Partamos del punto de que ambas concepciones atienden a un ofrecimiento de respuestas bondadosas y bien intencionadas para la humanidad. Es decir, la idea en el fondo es que todos los hombres y mujeres vivan más y mejor. ¿Quién podría oponerse a tan elevada causa?

Lo primero que nos viene a la memoria cuando revisamos la historia del siglo XX, es cómo terminó la disparatada aventura del nazismo y su trastornada obsesión con la mejora de la especie humana y la relación entre tecnología y naturaleza. Ese antecedente no es para nada halagüeño. Plantea unas consecuencias y riesgos éticos que no nos es posible (ni recomendable) olvidar.

Pero volvamos al tema que nos ocupa. Cuando en 1957, Julian Huxley utiliza el término transhumanismo, lo hace planteándonos una filosofía que persigue la trascendencia de la especie humana, mediante una propuesta tecnológica que combina el progreso biológico con una visión ética que define al ser humano como agente de su propia transformación y la mejora continua de la condición humana.

[Lee también: La voluntad de participar: perspectivas desde Venezuela]

Por su parte, el poshumanismo va bastante más allá. Su planteamiento no se limita a la mejora del ser humano, sino que cuestiona las bases del humanismo tradicional. Podríamos decir pues, que su foco no es la mejora de lo humano, sino redefinir la ontología misma de lo humano. Llega al punto de incluir en su concepción y abarcadura no solo lo humano, sino también lo no-humano (animales, máquinas, cyborgs y demás sistemas) como agentes éticos y ontológicos. El poshumanismo nos propone una reconfiguración ética y ontológica de todo. ¡Vaya!

Lo cierto es que, en ambas propuestas, la pregunta que nos surge es la misma: ¿cómo queda la persona humana, tal cual la conocemos hoy, ante estas visiones?

El concepto de la persona humana

Como institución, la doctrina católica ha dedicado siglos y esfuerzos a estudiar, desarrollar, promover y defender el concepto de la dignidad humana. Nos dice que toda persona tiene dignidad porque vale por sí misma, porque no es intercambiable por nada ni por nadie. La dignidad de la persona “no se fundamenta en las circunstancias, sino en el valor de su ser”.

Pero en el enfoque trans y poshumanista, esta concepción podría verse seria y profundamente afectada. Ambas implican aceptar una noción de la persona humana que puede ser manipulada y reconstruida. Así, pone en entredicho el valor incondicional y absoluto de la dignidad humana.

Cuando pensamos en unos “hombres” capaces de no morir nunca, o en criaturas híbridas que van más allá de los límites biológicos, pues entonces, sencillamente estaríamos superando el concepto fundamental de persona como una sustancia individual de naturaleza racional. Al mismo tiempo también es —en lo corporal— vulnerable y finita. Pero ¿esta superación no sería más bien un ataque a la esencia propia de la humanidad, de lo humano por antonomasia? ¿No estaríamos acaso entendiendo al ser humano más como un medio (aunque sea con un objetivo de mejora) que como un fin en sí mismo?

¿Abrazar las ideas trans y poshumanistas no sería, al final del día, una peligrosa (acaso inconveniente) pretensión antihumanista?

Pensemos, por ejemplo, en estos dilemas (entre muchos otros) que podrían presentarse como consecuencias de estas concepciones. La “cosificación” de la dignidad: ¿no podría verse comprometida la dignidad humana, si partes del cuerpo se convierten en «cosas» o implantes que se pueden reemplazar o mejorar, como si fueran meras herramientas? La nueva desigualdad: ¿no se generaría una nueva división social —existencial, más bien—entre aquellos que pueden costearse las mejoras tecnológicas y los que no, produciéndose así una nueva forma de desigualdad y discriminación?

¿Una pretensión arrogante?

La mitológica historia del joven Ícaro nos advierte sobre los peligros de la ambición sin sabiduría. Al ignorar las advertencias de su padre Dédalo, y concentrarse sólo en la búsqueda ciega de la mejora, el destino inevitable de Ícaro fue una estrepitosa y mortal caída.

Pretender una búsqueda de la perfección física o mental que nos aleje de nuestra humanidad nos coloca ante otra vulnerabilidad: la ingenua arrogancia. El verdadero crecimiento reside en el equilibrio, la humildad y la aceptación de nuestras limitaciones, no en su negación imprudente.

Tanto el transhumanismo como el poshumanismo ofrecen visiones provocadoras sobre el futuro de la humanidad. Pero sus promesas están acompañadas de riesgos éticos, sociales y políticos que no pueden ser ignorados. Porque avanzar hacia una mejor manera de ser personas, convertirnos en mejores seres humanos, no puede lograrse mediante la eliminación del hombre para llegar a un trans o poshumano perfecto. No.

Convertirnos en mejores humanos solo puede lograrse de una manera: haciéndonos más humanos, viviendo como mejores humanos.

Juan Salvador Pérez

Juan Salvador Pérez

Director de la Revista SIC de Venezuela. Magíster en Estudios Políticos con estudios avanzados en Teología y doctorando en Filosofía.

Instrumentos Internacionales sobre Derechos Humanos aplicables a la Administración de Justicia

La octava edición de este libro, que tiene como objetivo proporcionarle al operador latinoamericano una herramienta de suma utilidad en su práctica jurídica.

Por: Redacción 12 Ago, 2025
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La protección efectiva de los derechos humanos es una condición necesaria para la construcción y el cuidado del Estado democrático de Derecho, social y ambientalmente sustentable. El bienestar de la persona es el punto de partida y el fin último de los catálogos de derechos fundamentales contenidos en las Constituciones nacionales y de los instrumentos internacionales de protección de los derechos humanos. Velar por los derechos equivale a formar ciudadanos solidarios, cívicos y comprometidos con la comunidad en los diferentes niveles organizativos del Estado.

Los instrumentos internacionales para la protección de los derechos humanos son un consenso internacional cada vez más amplio sobre estándares mínimos que, en gran parte del continente latinoamericano, han adquirido validez de derecho interno a través de figuras constitucionales o doctrinales como el bloque de constitucionalidad. La normativa y la institucionalidad internacionales no deben percibirse como intromisión incómoda ni como oportunidad para exonerarse de responsabilidad nacional, sino como complemento en la tarea compartida de construir la justicia individual y colectiva.

Publicación: 2012

A cargo de: Universidad del Rosario y Fundación Konrad Adenauer

ISBN: 978-958-738-287-7

Autor: Florentín Meléndez

Redacción

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Enfoques sobre estructura productiva, inserción externa y competitividad

La publicación presenta tres estudios enfocados en distintos aspectos de la inserción externa de Uruguay, en el marco de un […]

Por: Redacción 12 Ago, 2025
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La publicación presenta tres estudios enfocados en distintos aspectos de la inserción externa de Uruguay, en el marco de un programa impulsado por ACDE desde 2012 con el apoyo de la Fundación Konrad Adenauer. El primero, elaborado por Andrés Jung y Silvia Vázquez, analiza el desempeño industrial a partir de sectores y empresas exportadoras, con énfasis en el contenido tecnológico y los desafíos de las políticas de desarrollo productivo. Resalta que los procesos de transformación productiva requieren plazos largos, múltiples actores y que la forma de implementarlos es tan importante como la estrategia misma.

El segundo estudio, a cargo de Nicolás Albertoni, aborda interrogantes sobre las vías de inserción comercial del país. Examina el rol del Mercosur, las alternativas intrabloque y opciones extrabloque, como la Alianza del Pacífico, además de ejemplos de países latinoamericanos que han priorizado acuerdos bilaterales. El trabajo concluye con propuestas para ampliar y mejorar las oportunidades de inserción internacional de Uruguay.

Finalmente, el estudio del Dr. Roberto Horta analiza la relación entre competitividad e inserción internacional, tanto desde un punto de vista conceptual como aplicado al caso uruguayo. Plantea que la competitividad debe entenderse de manera sistémica y que el fortalecimiento internacional se vincula estrechamente con estrategias claras, institucionalidad sólida y procesos de construcción competitiva. ACDE agradece el apoyo de la Fundación Konrad Adenauer y el trabajo de los investigadores de la Universidad Católica del Uruguay.

Año: 2014

A cargo de: Asociación Cristiana de Dirigentes de Empresa, Konrad Adenauer Stiftung Uruguay

ISBN: 978-9974-8440-0-1

Autores: Silvia Vázquez, Andrés Jung, Nicolás Albertoni, Roberto Horta

Redacción

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